Boleto pra pagar, pix pra conferir e cliente atrasado pra cobrar saem da sua mão. A DCS assume o seu departamento financeiro inteiro: contas a pagar, contas a receber, emissão de nota e conciliação bancária. Todo mês você recebe o relatório que mostra quanto entrou, quanto saiu e quanto realmente sobrou, com a contabilidade da mesma casa olhando os mesmos números.
Na conversa, alguém da equipe da DCS entende como o dinheiro entra e sai da sua empresa hoje, quem cuida de cada parte e onde o controle está escapando. Você sai sabendo o que o BPO assumiria no seu caso, como seria a passagem e quanto custa pro seu volume.
Bancos, contas a pagar, cobrança, notas e quem faz cada coisa, desenhados num mapa só, pra você enxergar onde o seu tempo está indo.
Conta da casa misturada com a da empresa, recebível vencido que ninguém cobrou, extrato sem conciliar: o que existe no seu caso aparece listado.
O que a DCS assume, a passagem organizada sem parar a operação de um dia pro outro e o valor exato da mensalidade, sem tabela genérica.
Quando o dono é quem paga, cobra e confere, o financeiro fica sempre pra depois. E cada coisa que fica pra depois tem um preço que aparece no caixa algumas semanas mais tarde.
Uma pesquisa da Visa com a Conta Simples mostrou que em 46% das pequenas e médias empresas quem cuida das despesas é o próprio dono ou sócio; nas micro, 59%. Cada hora conciliando extrato é uma hora a menos vendendo, atendendo ou pensando no crescimento.
O Brasil chegou em julho a 9,2 milhões de empresas inadimplentes, recorde da série da Serasa, e qualquer uma delas pode ser cliente seu. Boleto vencido que ninguém cobra na primeira semana vira cobrança constrangedora no segundo mês e calote no terceiro.
O Sebrae mediu que 61% dos pequenos empresários pagam conta da empresa com a conta pessoal. Com os dois dinheiros andando juntos, ninguém sabe quanto a empresa lucra, e o Código Civil chama essa mistura de confusão patrimonial: uma das situações em que o juiz pode levar a dívida da empresa até os bens do sócio.
Faturamento é o que entra; lucro é o que fica depois de fornecedor, equipe, imposto, taxa de maquininha e aquela assinatura que ninguém cancelou. Sem as contas conciliadas, o número que você usa pra decidir vira chute, e é assim que empresa lucrativa no papel quebra no caixa: contrata achando que pode e só enxerga o buraco quando ele já tem juros.
BPO quer dizer terceirização de processo. No financeiro, significa que tudo o que entra e sai da conta da empresa passa a ser lançado, pago, cobrado e conciliado pela equipe da DCS, e o que chega até você é o número pronto.
BPO Financeiro
lança, paga, cobra e concilia
Aperta o botão e veja o que muda quando alguém concilia cada linha da conta da sua empresa.
Contas pagas no vencimento, notas emitidas e cada recebimento lançado no lugar certo.
Extrato batido linha a linha, contas a receber conferido e atraso cobrado enquanto ainda é fácil receber.
Quanto entrou, quanto saiu, quanto sobrou e o que vem pela frente no caixa, num relatório só.
Com o financeiro operado pela DCS, cada tela abaixo deixa de ser promessa de sistema e passa a ter dado de verdade dentro, porque alguém alimenta todos os dias.
Cada linha do extrato batida com um lançamento: pagamento com comprovante, recebimento com nota e nenhum pix sem dono.
Quem está devendo, há quanto tempo e o que já foi cobrado, conferido toda semana.
O caminho de cada real do faturamento até o que fica, sem chute e batendo com o banco.
Receita e custo separados por serviço pra mostrar qual deles paga as contas e qual só ocupa agenda.
Sem login novo pra decorar: o resumo do mês vem pela mesma conversa em que você fala com a equipe da DCS.
Com contas a pagar e a receber em dia, o relatório mostra quantos meses de despesa o caixa aguenta e o que vence pela frente, pra você decidir se é hora de investir, contratar ou segurar.
Todo sistema financeiro bom vende a mesma coisa: painel em tempo real, DRE automático, fluxo de caixa na tela. O que nenhum deles entrega é a pessoa que alimenta tudo isso.
Você assina o sistema esperando abrir uma tela e ver quanto lucrou no mês. Três meses depois, o painel continua vazio ou mostra um número que não bate com o banco.
Alguém precisa lançar cada conta, classificar cada pix, conciliar o extrato toda semana e cobrar quem atrasou. Quando esse alguém é o dono, depois de um dia inteiro tocando a empresa, o sistema fica pra depois.
A equipe da DCS opera o financeiro no Conta Azul, do lançamento à conciliação. O painel fica cheio porque alguém cuida dele todos os dias, e o seu trabalho passa a ser só ler o relatório.
Clínica, agência e associação têm financeiros diferentes e precisam de números diferentes. O trabalho da DCS começa entendendo qual é o seu.
Clínica, agência, escritório, estúdio: quem vende hora de equipe.
Mais de uma unidade, equipe crescendo, decisão grande no horizonte.
Quem recebe recurso de parceria e precisa prestar contas.
A DCS nasceu de dois contadores formados na Universidade de Brasília e tem 8 anos de mercado, com mais de 200 clientes no Brasil inteiro. Quando o financeiro e a contabilidade ficam com a mesma equipe, o número do relatório é o mesmo que vai pro balanço e pro imposto, sem planilha passando de mão em mão e sem retrabalho no fechamento.
Os dois sócios são peritos contábeis: o mesmo olhar que o Judiciário contrata pra dizer se as contas de uma empresa estão certas é o olhar que acompanha as suas.
Atendimento direto no WhatsApp, com gente de verdade do outro lado. Nada de robô, nada de protocolo, nada de fila de chamado.
8 anos de mercado contábil, 5 deles em contabilidade de seguradoras, um dos setores mais regulados do país. Especialista em implementação de normas contábeis pra empresas de todo porte.
Mais de 10 anos de experiência, com passagem pelo setor financeiro do Itamaraty. Como perito, avalia se a contabilidade dos outros está correta. A sua passa pelo mesmo crivo.
“Eu fechava a agenda às sete e às nove da noite estava conferindo pix no banco. Hoje abro o relatório do mês e sei quanto sobrou sem ter lançado uma conta sequer.”
“O relatório de margem mostrou que o serviço que eu mais vendia era o que menos deixava dinheiro. Mudamos o foco do comercial e o lucro subiu sem nenhum cliente novo.”
“Tinha cliente me devendo havia três meses e eu tinha vergonha de cobrar. Agora a cobrança sai toda semana, educada e sem eu precisar entrar no assunto.”
“A nossa prestação de contas era um mês de pânico no fim de cada parceria. Com tudo conciliado mês a mês, a última foi entregue antes do prazo e sem nenhum recibo perdido.”
“Eu pagava mercado com o cartão da empresa e boleto da empresa com o meu pix. Separaram tudo, combinaram uma retirada que o caixa aguenta e pela primeira vez sei o que é meu.”
“Assinei um sistema financeiro e ele ficou três meses com o painel vazio porque eu nunca tinha tempo de lançar. Com a DCS operando, o painel enche sozinho e o número bate com o banco.”
É terceirizar o departamento financeiro inteiro: contas a pagar, contas a receber e cobrança, emissão de nota e conciliação bancária. A equipe da DCS faz a operação do dia a dia e te entrega todo mês o relatório com quanto entrou, quanto saiu e quanto sobrou. Você deixa de operar o financeiro e passa só a ler o resultado.
Não. O dinheiro continua no seu banco, na conta da sua empresa. A DCS opera com os acessos e as regras de aprovação combinados com você na entrada, e quem quiser manter a palavra final sobre cada pagamento mantém.
A DCS opera no Conta Azul. Se você já usa outra ferramenta, o diagnóstico avalia o seu caso e mostra como fica a passagem, sem perder o histórico que você já tem.
A contabilidade cuida das obrigações com o governo: impostos, folha, balanço. O BPO cuida do dinheiro do dia a dia: pagar, receber, cobrar e conciliar. Na DCS os dois ficam na mesma casa, então o número que você vê no relatório financeiro é o mesmo que vai pro imposto e pro balanço.
Atendem. Na parceria pública, a prestação de contas exige extrato, nota e pagamento batendo um por um, e conta rejeitada pode obrigar a devolver o recurso e impedir parcerias novas por anos. A DCS concilia o financeiro da parceria do primeiro pagamento ao último, pra prestação de contas sair montada.
Depende do volume da operação: quantas contas bancárias, quantos pagamentos e recebimentos por mês e quantas notas. O diagnóstico gratuito já sai com a proposta exata em cima do seu caso, sem tabela genérica e sem surpresa no segundo mês.